14/03/2012

3

Depois daquela noite e manhã, muitas mais vieram. A vontade de estarmos juntas a crescer... Até que apareceu outra pessoa, que sem me conhecer inventou histórias, o que fez com que nos afastássemos. Ela preferiu acreditar naquela outra pessoa...
Hoje, passados 2 anos, eu continuo a pensar nela. Continuo a querer meter-me no carro e ir ter com ela... Mas o medo fala mais alto. Mas um dia, eu irei vê-la. Disso tenho certeza!

13/03/2012

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No dia seguinte acordei com medo que aquilo tivesse sido apenas um sonho. Fui ler as mensagens umas quantas vezes, só para ter a certeza que aquela noite e aquela conversa eram reais. O medo de que ela tivesse dito aquelas coisas por estar sob o efeito do álcool também era grande… Por fim mandei-lhe mensagem “Bom dia meu amor. Espero que não acordes muito ressacada e que te lembres de tudo o que aconteceu esta noite. Quero que saibas que entenderei se me disseres que foi apenas por teres bebido… Apesar de saberes que eu quero que seja porque tu o quiseste. Te amo”.
Os minutos pareciam horas e ela nunca mais respondia. Por fim o telemóvel apitou, mensagem dela, “Bom dia gostosa. Dói-me a cabeça, mas repetiria tudo só para que a noite se repetisse. Achas mesmo que foi só por ter bebido? Nem penses isso, eu já o queria há muito! E agora que descobri os prazeres que uma mulher dá, não te deixarei escapar. Quando repetimos?”. Eu li a mensagem umas 10 vezes, sem exagero. E liguei-lhe.
- Bom dia gostosa mais linda. Queres beijinho para que a dor de cabeça passe?
- Eu quero, mas não só para que a dor de cabeça passe. Quero muitos, como durante a noite. Quero compensar todo o tempo que andei a tentar esconder o que sinto.
Esperei tanto por ouvir isto!
- Cada vez tenho mais vontade de estar contigo!
- E eu. E aviso-te desde já, tudo aquilo que disseste ontem, vou exigi-lo ao vivo.
- Eu disse-te que sou melhor do que qualquer homem. Fá-lo-ei com todo o prazer, literalmente.
- Meteste-me a fazer coisas que nunca tinha feito! Tens noção disso?
- O quê? – Admito, fiquei surpreendida.
- Masturbar-me. Foste a primeira pessoa a dar-me vontade de o fazer.
- Sou tão boa!
- Pois és. E ficarás ainda melhor quando repetirmos.
- E quando me darás esse prazer?
- Agora?
Passar a noite a “fazer amor” com ela e logo de manhã repetir? Quem se pode queixar? (a)
- Na tua cama ou na minha?
- Na minha, mas prepara-te, vou-te meter a trepar as paredes de tanta tesão.
- Quero ver isso.
- Aposto que já estás a ficar excitada, só de imaginar.
- Já estou aí, tens a certeza que queres ficar na conversa, ou vais beijar-me?
- Não perdes tempo, agora que sabes que quero chegas aqui e metes logo a tua perna entre as minhas.
- E tu metes logo a mão dentro do meu top!
- Não resisto a sentir o estado em que te deixo.
Ok, ela ainda nem tinha dito nada de mais, mas é ela, a mulher que desejei secretamente durante meses, mas eu já começava a sentir alguns efeitos.
- Amo sentir a tua pele, estás toda arrepiada e ficas com os biquinhos mesmo gostosos. Dá uma vontade de te chupar.
- Eu fico louca de sentir o teu toque, sentir o teu perfume no pescoço, o teu beijo. Sentir a tua respiração acelerar, a ficar ofegante… Adoro sentir-te.
- Solta o teu cabelo, ficas linda com esses caracóis soltos. És tão sensual, tão linda. Adorei a tua preocupação comigo, mas quero estes momentos até ao fim da vida. És tão doce!
- Os teus lábios sabem bem. Amo beijá-los, só paro quando não aguentar mais.
- Hmmm, estás com a respiração ofegante. Fecha os olhos, imagina as minhas mãos no teu corpo, a despir-te lentamente o top. Quero beijar cada centímetro teu.
- Beija, sou tua.
- Que pele macia! Adoro as tuas mamas, a tua barriga… Posso dar uma dentadinha para te provar?
Aqui começámos a rir. É tão tola!
- Estás a ficar perigosa, agora tomo eu conta de ti. O teu pescoço dá uma vontade de te morder!
- Sabes o quanto isso me deixaria louca!
- E eu ir dando-te beijinhos até à barriga, não te deixará mais? Parando pelo meio para chupar essas mamas.
- Estás é a fazer-me abrir as pernas.
- Recebes-me nua, deixas-me com vontades incontroláveis. E já está molhadinha, deixa-me chupá-la.
- Nem imaginas o quanto está. E já me deixaste novamente com vontade de mexer.
Até gemi com a ideia dela a masturbar-se.
- Mexe amor.
- Pois mexo. Mas primeiro amarro-te as mãos e sento-me numa cadeira à tua frente, só para veres.
- Onde aprendeste isso? Isso é tortura!
- Olha bem. Vê-me a mexer no clitoris. Ouve-me a gemer para ti.
- E eu aqui sem te poder ajudar, solta-me!
- Abre as pernas amor. Deixa-me mostrar-te como me deixas, anda.
- Já estão abertas há muito tempo.
- Gosto tanto de chupar os teus biquinhos. De ter o dedo dentro de ti… Se te magoar diz.
- Gosto tanto do teu cuidado comigo… Quero ver se ao vivo também tens.
- É tão apertadinha, sabe tão bem senti-la. Sabe tão bem sentir tu a contraíres, sei que é porque estás a gostar, a abrires-te ainda mais. Deixa-me ainda mais doidinha.
- Amor, mete outro.
- Então beija-me. E enquanto te massajo o clitoris, enfio.
Gemi tanto ao imaginar aqueles dedos.
- Anda minha gostosa, sente bem os meus dedos.
- Tu é que deves estar a senti-los, só esses gemidos.
- A culpa é tua. Deixas-me fora de mim! Mas preferia sentir os teus.
- E soltares-me?
- É já.
- Então vira-te de costas para mim. Deixa-me sentir as tuas mamas, beijar-te as costas, encostar-me bem ao teu rabo, enquanto te masturbo. Sentir cada movimento do teu corpo.
- E eu sinto-te colada a mim, quero tanto!
- Abre as pernas, deixa-me roçar em ti!
- Hmm, sentimos uma na outra como estamos molhadas!
- Sim! Ó meu amor, eu amo-te tanto.

Continuará...

1


Há uns tempos conheci uma rapariga numa rede social. Eu na casa dos 17, ela com 20. Eu lésbica assumida, ela convicta de que era hétero. Mas claro, isso não é impedimento para falar e criar uma relação de amizade.
Eu solteira, mas muito brincalhona (dava tanto gozo vê-la ficar atrapalhada). Ela na altura comprometida, mas que passado pouco tempo terminou.
Eu virgem de rapaz, ela virgem de rapariga.
A vontade de estarmos juntas era grande, mas a distância que nos separava era maior. As conversas começaram a surgir, desde ela a pedir-me para dormir com ela, a fazermos coisas “juntas”… Sabem aquelas coisas típicas de casais apaixonados? Era isso. E ambas gostávamos… Apesar de a ideia de estar apaixonada por uma hétero não ser agradável.
Um dia, depois de uma bebedeira, ela disse que estava com vontade de sexo, mas que não havia rapazes de jeito. E como brincalhona que sou “não precisas de nenhum rapaz, só por telemóvel consigo dar-te mais prazer do que eles”, esperando claro uma tampa. Mas surpreendam-se, ela alinhou e começou a provocar-me.
- Diz-me como estás vestida, para eu te imaginar.
- Já estou na cama, portanto top e calções. E tu?
- Hum, que sexy. Vestidinho curto.
A minha imaginação começou logo a disparar, imaginá-la encostada à parede, desviar a cuequinha para o lado e masturbá-la.
- Fecha os olhos, imagina-me à tua frente, a encostar-te à parede. Segurar-te na nuca e começar a beijar-te, primeiro beijinhos pequenos, começando a ficar mais intensos…
- Ó meu deus, tu sabes aquilo de que eu gosto! Segurar-te pela cintura, para ficares mais colada a mim.
- Segredar-te ao ouvido que te desejo, dar uma pequena dentada na orelha, beijar-te o pescoço.
- Desejas-me? Mandas um rabo!
- Abusada, apalpas-me logo!
- Cala-te e continua.
- Percorro o teu corpo, cada contorno teu. Passo-te os dedos na coxa…
- Tens noção de que eu estou a ficar excitada?
- Prepara-te, isto ainda não é nada.
- Tu também estás. Tens os biquinhos arrepiados.
Por acaso tinha mesmo. A ideia de fazer amor com ela deixava-me louca!
- Começo a passar-te a mão por cima da cuequinha (hmm, como estás molhadinha). Sentes a minha respiração mais acelerada junto ao teu pescoço?
- Até gemi agora! Continua!
- A sério?
- Continua por favor!
Bem, não vos preciso dizer como fiquei naquele momento.
- Desvio para o lado e começo a passar o dedo nela toda…
- Não pares! Estás a torturar-me.
- Mexo no clitoris… Quem me dera poder sentir as tuas mamas!
- Tira-me daqui!
- Anda, vem para a minha cama então.
- Nem precisas dizer duas vezes. Até te facilito, tiro o vestido sozinha.
- Faz um strip para mim amor, faz.
- Danço bem provocadora para ti. Nada de te masturbares sem mim.
- Hmmm, vontade não falta.
- Esses teus “hmmm” deixam-me louca!
- Mostra-me essa loucura então.
- Mete-me a mão na pussy, sente como me deixas.
GOD, eu estava totalmente fora de mim!
- E não queres que me masturbe sem ti, a dizeres-me isso?
- Não, quero que esperes por mim e fazemo-lo juntas. Já estou a ir para casa.
GOSH, ela queria mesmo masturbar-se comigo!
- Meu deus, o quanto eu queria estar aí agora mesmo.
- Então continua e pode ser que te surpreendas.
- Chupava-te bem esses biquinhos todos tesos enquanto te masturbava. Ia-te beijando a barriga, as virilhas, as coxas…
- Gemi novamente! Continua, lambe-me!
- Chega rápido a casa, quero ouvir! Passo a língua, no clitoris, nela toda… Hmm, estás tão molhadinha.
- Estou louca por ti! E tu estás toda molhadinha por mim!
- Ó meu deus, já tenho que apertar as pernas para me controlar.
- Mas eu quero-te com elas bem abertas, vou-te enfiar os dedos.
GOOOOOD!
- Estou morta de desejo por ti!
- Eu tenho cuidado, não quero magoar-te. Meto-te só um. Já estou em casa amor.
- Liga-me!
Ela ligou.
- És tão gostosa. Eu sabia que não resistirias muito tempo.
- Masturba-te para mim, quero-te ouvir.
Mesmo sem querer, soltei um gemido.
- Nossa amor, ainda nem te disse que me estou a masturbar e tu já gemes.
- Cala-te e geme comigo.
E tivemos assim a nossa noite. Eu disse que lhe daria mais prazer por telemóvel que os rapazes presencialmente.

Continuarei a história depois.

12/03/2012

quem conta um conto...

... acrescenta um ponto.
por vezes não há nada de interessante para contar aqui, pelo que decidi relatar certas situações... eróticas com romance pelo meio.

29/02/2012

eu até podia dizer-te que não significas nada para mim. podia dizer-te que és apenas mais uma amiga. podia dizer-te mil e uma coisas. mas a realidade é que não sou mentirosa. a realidade é que tudo o que mais quero é que este dia chegue.


a realidade é que eu sonho com isto.


portanto não me faças perguntas. pois eu não quero ter que te mentir.

16/02/2012

aqui também há momentos românticos

o teu abraço é o meu preferido. mas tu ainda não o sabes. um dia saberás.
e esta noite sonhei que me beijavas, de forma inesperada. e o meu coração acelerou e pediu por mais.